Das dúvidas que surgem dentro da conchinha

Será que soa absurdamente, impossivelmente louco, desejar viver da felicidade indescritível que é ficar de conchinha com você? Será que você sabe que a gente fica de conchinha mesmo quando tá longe (no meu pensamento)? Será que você já percebeu que ficar de conchinha é lindo, mas eu gosto muito mais quando a gente deita de frente um pro outro, testa com testa, e eu respiro o ar que sai do seu nariz, bem quentinho e sólido feito mormaço; e a gente conversa aleatoriamente sobre tudo e sobre nada, e você dorme e me deixa falando sozinha?

Absurdo mesmo é essa felicidade que sinto em me esconder no seu abraço, mesmo que não exista nada além de nós, como se ouvir sua respiração fosse o suficiente pra viver; igual quando como muito chocolate, e mesmo com o embrulho no estômago, por um momento, desejo não precisar de outro alimento. Mas eu preciso.

Das certezas que surgem quando estamos de conchinha: existe muito de você em mim.

Mas será que eu existo em você?

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Sobre detantopensarescrevi

Um dia acordei e estava espalhada, haviam palavras por todos os lados, e não tinha como junta-las, foi então que decidi escrevê-las.
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