Filmes em cartaz na minha vida

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A menina que perdia dinheiro – Comédia. Uma garota que sofre déficit de atenção coleciona espaços ocultos em sua mente, os quais ela nem imagina do que se trata pelo fato de não ter prestado atenção na vida. Há dezenas de cenas onde a mocinha se dá mal, perde seu dinheiro e é passada pra trás por quase todos os personagens o que a torna um fracasso social. Neste filme o teor humorístico se mistura com drama (existe comédia dramática produção?).

O azar e eu – Drama Social. A protagonista é na verdade uma anta-gonista que faz tudo errado e coloca a culpa no azar, como na cena em que cai dezenove degraus de uma escada ou todas as trinta e duas vezes em que bate com a cabeça na quina do armário da cozinha, ou todas as nove vezes que torce o pé em cena, ou ainda as mais de dez vezes que esbarra com uma ilusão. Nesse filme não foi preciso usar dublê, pois a atriz tem vasta experiência em tombos, topadas e delisulões. A censura cortou uma pequena insinuação de que a burrice não é uma virtude atribuída às loiras.

O Alien na boca do estômago – Infantil. Uma garotinha descobre que um de seus oito amiguinhos imaginários é na verdade um alien que se aloja na boca de seu estômago e a faz comer compulsivamente sem ganhar um grama de gordura. O contexto do filme foi considerado ruim pela censura, pois seria uma invenção fajuta e pouco educativa para encobrir o fato de a menina praticar a gula.

A vingadora – Drama psicológico. A garota se revolta com sua vida e resolve matar todo mundo, menos os parceiros de jogatina, porque ainda faltava terminar o campeonato de vídeo game com os amigos. Mas ai dá briga, e ela resolve fazer todos de refém obrigando-os a deixá-la ganhar eternamente nos jogos de PES. A censura cortou as cenas de tortura com cócegas. O final do filme é decepcionante, pois tudo não passava de uma ilusão criada por um íntimo desejo da garota, era um sonho e no fim ela acorda com cara de tacho depois de perder um jogo pro irmãozinho de sete anos.

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Sobre detantopensarescrevi

Um dia acordei e estava espalhada, haviam palavras por todos os lados, e não tinha como junta-las, foi então que decidi escrevê-las.
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