A única certeza, o caos

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Usando algumas certezas como moeda de troca, não preciso do seu comodismo, posso trocá-las por indecisões, ilusões, sonhos mágicos e coloridos, até mesmo por pôneis mutantes! Não importa. Pra quê servem as certezas? Segurança e conforto? Viver a plenitude da conveniência? Não preciso de certezas que me tirem as dúvidas, gosto de duvidar, de não saber se eu quero, por que quero e como quero. Certezas estabilizam convicções, é sinônimo de prisão. Pensamentos, sonhos, desejos, quando presos cortejam a insanidade. Não tenho mais certeza de qualquer certeza nessa vida, nem mesmo do que escrevi. No fundo é apenas uma necessidade de comunicar.

Ininteligível. Da antítese ao caos de pensamentos.

 

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Sobre detantopensarescrevi

Um dia acordei e estava espalhada, haviam palavras por todos os lados, e não tinha como junta-las, foi então que decidi escrevê-las.
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2 respostas para A única certeza, o caos

  1. Carol Bispo disse:

    Uma poeta. Parabéns ta perfeito o blog!

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